domingo, 28 de fevereiro de 2010

Bão pá daná!!!

Carne de Sol 1008 e Restaurante Pilão

por @rogeriorezende


Assim que fiquei sabendo sobre o blog dos bares e restaurantes resolvi logo dar minha humilde opinião de transeunte etílico, degustador de bons pratos dos melhores bares e restaurantes. E tem mais, sou amante do bom house music das festas, boates e eventos sociais.

Afinal de contas, são mais de 15 anos no meio, vivendo a vida social ativamente. Atualmente, mudei de foco e não costumo mais freqüentar boates, comumente. Não é mais o meu forte e minha vontade, confesso. No entanto, tenho circulado bastante nos restaurantes e a dica que dou hoje são dois restaurantes que servem uma picanha de sol e acompanhamentos de encher os olhos e o apetite, além da cerveja estupidamente gelada. São eles: Carne de Sol 1008 e o Restaurante Pilão. Eles têm um cardápio bem variado e acredite no que vou dizer: os pratos para uma pessoa servem 3 e ainda sobra comida à mesa. Podem ir, por minha conta e risco. Ficam próximos ao Hugo. Depois podem dar o depoimento pelo twitter @rogeriorezende.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Sanduba? Oba!

Pit-Dog tá mudando...



Indico Duo na 135 setor marista este o n.111 e 102. Muito bom.

E o Hipopótamos ao lado da Pizzaria Genova (inicio da avenida são Paulo) logo depois da rótula do marcos do serrinha.
Aqui, peça o X-tudo (grande, bom e barato) e um suco de maracujá.

Por Guilherme Burjack

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Empadinha do Alberto

Por @Silvânia-GO

Não é boteco, nem restaurante.
Cerveja... não há. As cadeiras são poucas, e quase não se ouve a voz daquele que o atende, o que por si só já seria irritante. Estacionamento dificílimo, posto que localizado no centro-centríssimo da capital do povo mais bonito do Brasil. A maioria fica em pé, queimando os lábios indefesos e insaciáveis.
E com todos esses predicados, ninguém deixa de freqüentar esse lugar que, para mim, é visita obrigatória todas as vezes que vou a Goiânia. Falo, obviamente, da Pastelaria do Sr. Alberto, localizada no Mercado Central, da rua 3. Impossível não se deliciar com o seu carro-chefe, a deliciosa empada de frango.
O poeta das empadinhas, como bem o denominou Brasigóis Felício, é figura ímpar: atencioso, disciplinado, culto (fala, pelo que sei, ao menos 4 idiomas) e de uma simplicidade franciscana. Daquelas com que todos imediatamente se embriagam. Daquelas que todos têm um exemplo na própria família. Daí a pronta identificação.
Indo ou estando em Goiânia, jamais deixe de experimentar das guloseimas preparadas pelo Alberto das Empadinhas.

Por @Silvânia-GO

Bar do Dedé, que decepção

Por André de Moraes

O Bar do Dedé, durante muito tempo, foi um dos meus preferidos de Goiânia. Se alguém quisesse provocar minhas papilas gustativas, era só dizer "bóra prú Dedé". Aparecia até nuvem de pensamento "formato Maurício de Sousa" no alto da minha cabeça!
Fiquei tempos sem ir lá em função do corre-corre (lento!) da vida. Dias atrás, resolvi voltar: senti saudades - sem fim (explico!) - do churrasquinho do Dedé.
Chegando lá (eu, minha esposa e uma amiga) pedimos a costumeira Antártica gelááááda e três espetos: camarão (era o meu), um de provolone e outro que nem me lembro.
O de camarão deve ter caído na brasa, te tão tostado que tava! Tá certo que o churrasqueiro nem deve ter notado, mas eu sim. O de provolone era puro sal. "É a tal tática do quanto mais sal, mais cerveja" pensei em voz alta. Talvez não me lembre do terceiro espeto porque ninguém ousou experimentá-lo: seria emoção demais pra um início de noite.
Se não bastasse isso, ainda ficou na lembrança a cerveja derramada pela mesa, sem ao menos um paninho (porque o garçom não se importou) pra enxugar... Levamos cerveja pra casa, nas calças que vestíamos.
Pois é... senti saudades do churrasquinho do Bar do Dedé, e sinto até hoje. Porque mesmo que ainda exista o bar, os espetinhos parece que se foram...

André de Moraes

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Noite das Arábias

Por Isabel Muzeka (@ILmuzeka)

Creio que a rotina não inspira ninguém. Afinal, nada melhor que o ócio criativo em nossas vidas. Quarta-feira não é um dia habitual para baladas e saídas, contudo fui levada pela massa a desobedecer a ordem natural das coisas.
O local escolhido foi o Café Nice, um barzinho temático quase imperceptível na T-11 com a T-36, no Setor Bueno. Confesso que ao entrar no bar não achei nada temático. Decoração igual ou inferior aos outros bares. Senti certo calor. Não tem uma refrigeração adequada para uma daquelas noites de fritar ovo que só Goiânia sabe ter.
Todavia, vamos dar uma chance para a noite. Afinal, são 15 mulheres e seus respectivos companheiros para ver a atração principal: dançarinas de dança do ventre.
Sentamos às mesas e começou a fofoca. Prontamente os garçons ofereceram o bufê de comida mexicana e árabe, o que, a meu ver, é uma surpresa no cenário goiano. Uma mistura inusitada.
Apesar do calor senti um ambiente aconchegante. A música ambiente não atrapalha a conversa nem quando as moiçolas dançam. Os garçons são tão super prestativos que chegam a cansar. Todavia, tem uma coisa me decepcionou no bufê: o mesmo prato é oferecido várias vezes à mesa. É necessário dar um tempo na oferta do alimento! Degustar e apreciar é preciso.
Confesso que a noite foi maravilhosa e não vi o tempo passar. Ótima opção para quebrar a rotina com gosto.

Isabel Muzeka

Peixe goiano de BH

Por Eduardo Rodrigues

Parece que sou um peixe fora do Araguaia ou Tocantins, ou quem sabe do Rio do Ouro, filete de água, de um rio que já foi caudaloso, na querida e distante Porangatu. Não resisto. Tenho que meter a “colher de pau”, nos assuntos de Goiás. Amo, e como amo, o planalto central. Tenho saudade das tardes e noites de Goiânia.
Apesar de morar em BH, cidade onde se concentram mais de 13 mil botecos, a imagem que paira em minha mente, tem seu foco nos bares e restaurantes do eixo-sul da capital goiana. O colorido dos bares, cerveja pilsen, mesas nas calçadas, mulheres com seus shorts coloridos e corpo cor de jambo, música ao vivo. Em nenhum lugar do Brasil, tem tanta alegria e entretenimento como a cidade luz.
Então, a forma que encontro para aplacar um pouco da saudade é acompanhar a movimentação e badalação via internet, blogs e jornais. Assim, peço permissão para participar da festa, mesmo a distância. Um grande abraço.

Eduardo Rodrigues